IF Baiano realizará III Seminário de Agroecologia e Produção Orgânica em abril

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 19/02/2019 13:16 e última atualização 19/02/2019 13:29

III Seminário de Agroecologia e Produção Orgânica

A terceira edição do Seminário de Agroecologia e Produção Orgânica do Instituto Federal Baiano – Campus Guanambi será realizada nos dias 12 e 13 de abril. Além do seminário, acontece também a III Feira de Base Agroecológica do Território Sertão Produtivo.

O evento contará com palestras e minicursos voltados para a produção orgânica e beneficiamento de alimentos. Além das palestras, acontece também oficinas e apresentação de trabalhos científicos. As inscrições para o III Seminário de Agroecologia e Produção Orgânica já estão abertas no site do evento. Cada participante poderá participar de uma das oficinas disponibilizadas. As inscrições são gratuitas e limitadas a 200 participantes.

Veja como foi a II edição do evento

O evento é uma realização do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica (Neapo) e contará com a participação de agricultores, membros do Colegiado Territorial, Gestores Públicos, integrantes do poder legislativo e judiciário, sociedade civil organizada, técnicos, pesquisadores, professores, nutricionistas, zootecnistas, estudantes (Agronomia, Agroindústria, Medicina, Farmácia, Medicina Veterinária), empresários da área de alimentos e demais interessados na produção de alimentos aliada à saúde e qualidade de vida

A submissão de trabalhos será aceita até o dia 12 de março. Para submeter trabalhos é obrigatória a inscrição no evento de pelo menos um dos autores. A apresentação do trabalho no III SEAPO será na forma de pôster e pode ser apresentado pelo autor ou qualquer um dos coautores.

Os resumos deverão ser nas seguintes áreas: experiências agroecológicas; bioinsumos: adubação e controle de insetos que podem se tornar pragas e de fitopatógenos que podem provocar doenças; danos causados pelos agrotóxicos; agricultura orgânica; pecuária orgânica; medicina alternativa; plantas medicinais; alimentação com PANCs; homeopatia pecuária e humana.

O evento contará ainda com a participação de associações e cooperativas rurais, sindicatos de agricultores e trabalhadores, além de entidades como o Centro Público de Economia Solidária (Cesol), Casa de Agroecologia do Semiárido (Casa), Secretaria de Desenvolvimento Regional do Governo da Bahia, Ministério da Agricultura e Secretarias Municipais de Agricultura e Meio Ambiente.

Fontehttp://eventos.ifbaiano.edu.br/portal/2-seminario-agroecologia-guanambi/2019/02/15/if-baiano-realizara-iii-seminario-de-agroecologia-e-producao-organica-em-abril/



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Tags: bahia, agroecologia, orgânica, sertão, seapo, guanambi, instituto federal



Chamada Pública abre espaço para proposta de capítulo em livro de Agroecologia

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 19/02/2019 13:09 e última atualização 19/02/2019 13:17

ABAA Embrapa e a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) lançaram chamada pública para o recebimento de propostas de capítulos da publicação intitulada "Água e Agroecologia". O volume faz parte da coleção "Transição Agroecológica" e busca trazer reflexões acerca da temática. Os interessados devem enviar um resumo simples com a sugestão de capítulo para o e-mail sertaoagroecologico@gmail.com até o dia 20 de março, seguindo as indicações do edital do projeto.

Os interessados podem enviar propostas envolvendo estudos que tratem de experiências concretas e trabalhos teóricos desenvolvidos no âmbito de instituições de ensino, pesquisa, extensão, intervenção sociotécnica e organizações da sociedade civil. 

O resumo deve ter cerca de 500 palavras, com as ideias que o autor pretende desenvolver no capítulo, como tema, objetivos, metodologia e resultados. Na proposta, também deve constar o link para o currículo lattes dos autores e até cinco palavras-chave. Já no envio do e-mail, o assunto deve ser identificado da seguinte forma: ÁGUA-AGROECOLOGIA-CTA_Nome do Primeiro Autor.

Um grupo de editores – formado pelos pesquisadores Paola Cortez Bianchini, da Embrapa Semiárido, Helder Freitas, da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e Irene Cardoso, da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – vai analisar os resumos considerando o alinhamento ao tema do edital e aos contextos locais, a originalidade das propostas e o histórico de atuação dos proponentes na temática. 

Os resumos aprovados serão divulgados até o dia 30 de abril e os textos definitivos devem ser enviados até 30 de junho.

A publicação tem como objetivo demonstrar interações entre as temáticas da Água na perspectiva da Agroecologia e suas implicações enquanto campo científico. Também busca evidenciar as construções sociopolíticas, práticas socioculturais e produtivas nos agroecossistemas. 

A intenção é apresentar, nos diferentes capítulos, os avanços e desafios da construção do conhecimento e a sistematização e socialização em torno das relações socioprodutivas da água no âmbito da Agroecologia em suas diferentes dimensões.

Para acessar o edital completo, clique aqui.

Giúllian Rodrigues (Colaboradora) 
Embrapa Semiárido 
Fernanda Birolo (MTb 81/AC) 
Embrapa Semiárido 

Contatos para a imprensa 
semiarido.imprensa@embrapa.br 
Telefone:  (87) 3866-3734

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/40980458/chamada-publica-abre-espaco-para-proposta-de-capitulo-em-livro-de-agroecologia



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Tags: aba, embrapa, livro, agroecossistemas, agroecologia



ASA promove encontro nacional que valoriza sabedoria dos campesinos/as do Semiárido e estimula interação do saber popular com a ciência

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 17/02/2019 16:57 e última atualização 17/02/2019 16:57

ASA

Texto publicado originalmente pela ASA Brasil

“A capacidade do sertanejo, sertaneja, da pessoa do Agreste, dos mais de mil ecossistemas brasileiros que estão no Semiárido, foi construída ao longo da história e que, de alguma maneira permitiu que nós todos aqui estivéssemos. É uma construção, ela [a capacidade de criar] não é de alguém que tem o dom da sabedoria, mas é [resultado] de um acúmulo e de um processo que foi construído e diria assim que, de certa forma, está no DNA de todo mundo. A questão é despertar isso. É fazer isso aparecer, você lembrar de fazer as práticas, é ser provocado”.

Assim Vilmar Lermen, agricultor agroflorestal da Serra dos Paus-Dóias, situada no lado pernambucano da Chapada do Araripe, se refere a uma característica intrínseca, natural, que está gravada no código genético dos povos do Semiárido: a grande capacidade inventiva para criar soluções que respondam aos constantes desafios trazidos na relação com a natureza.

Como Vilmar, vários agricultoras e agricultores familiares já têm bem despertada essa capacidade, que vai sendo aguçada em outras pessoas através de inúmeros momentos de trocas. Grande agricultor experimentador, Vilmar vai participar do V Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores (V ENAE), em Juazeiro do Norte, no Cariri cearense, de 12 a 15 de fevereiro. O evento é realizado pela ASA – Articulação Semiárido com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

Vilmar estará com cerca de 250 pessoas, na sua maioria agricultores e agricultoras experimentadores/as dos 10 estados do Semiárido brasileiro (de Minas Gerais ao Maranhão), e também representantes de instituições de pesquisa e de organizações de fortalecimento da agricultura familiar e parceiros.

“A ASA [Articulação Semiárido] diz que a convivência com o Semiárido se constrói e se inicia a partir da vida dos agricultores e agricultoras. Sendo assim, são as famílias agricultoras que precisam estar no centro das trocas de conhecimento, nas oficinas, nos intercâmbios. Esse é o espírito dos encontros nacionais de agricultores/as experimentadores/as”, assegura Marcos Jacinto, membro da coordenação executiva da ASA pelo estado anfitrião do encontro.

Com o tema “Diálogo entre a sabedoria popular e a ciência para a construção dos conhecimentos para a convivência com o Semiárido”, o encontro vai ser mais um momento para reforçar entre os campesinos e campesinas o quão valioso e fundamental são os saberes deles para a agricultura familiar agroecológica e a convivência com a região.

“Esta grande região [o Semiárido] tem mais de 1 milhão de km² e cerca de 25 milhões de pessoas que aqui moram, trabalham e, de uma forma ou outra, aqui convivem, seja pela sua experiência, pela sua capacidade, seja por alguma política pública, algum tipo de intervenção, mas fundamentalmente pelo acúmulo de técnicas, tecnologias, conhecimentos, ciência, saberes, da soma com a pesquisa. Tudo isto é fundamental”, acrescenta Vilmar.

A soma com a pesquisa que Vilmar se refere é também outro objetivo do encontro. A partir desta aproximação, a ciência valida o saber popular. E os campesinos/as – considerados/as atrasados e incapazes de produzir alimentos para responder à necessidade da crescente população mundial – têm seu saber reconhecido e valorizado.

Um exemplo desta aproximação são as pesquisas que comparam as variedades crioulas, melhoradas há séculos pelas mãos e saberes dos/as campesinos, com as variedades convencionais, melhoradas por instituições de pesquisas.

Estes estudos, realizados na Paraíba, em Sergipe e no Ceará, pela Embrapa em parceria com organizações que fazem parte da ASA, com variedades crioulas de milho e de feijão, têm confirmado o que os agricultores e agricultoras sabem desde sempre: que as sementes crioulas são adaptadas às características ecológicas do Semiárido e respondem a contento a todas as necessidades de quem as planta.

Esse reconhecimento produz argumentos que dão força aos questionamentos feitos aos programas públicos inadequados, como o de distribuição de sementes que doam exemplares não adaptadas à região.

A partir de fevereiro, a ASA em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) inicia um projeto para ampliação das pesquisas sobre as sementes crioulas no Semiárido que são realizadas envolvendo os saberes dos/as agricultores/as. Através desta iniciativa, em sete territórios da região, em quatro estados – Bahia, Pernambuco, Paraíba e Piauí – haverá estudos para averiguar as qualidades de germinação, produção e outras das variedades genéticas de domínio das famílias agricultoras.

Programação do V ENAE 

Nos três dias e meio do encontro no Cariri cearense, serão constantes os momentos de trocas entre os participantes, seja de conhecimento, seja de insumos naturais como as sementes crioulas. Haverá plenárias, oficinas, visitas de campo, feiras e exposições (clique aqui para a  programação). Na feira de Saberes e Sabores, por exemplo, haverá espaços reservados tanto para as sementes crioulas, quanto para a apresentação das inovações geradas com a experimentação de agricultoras e agricultores.

Na tarde da quinta-feira (14), também está previsto um ato público na colina do Horto de Padre Cícero para celebrar a capacidade e o potencial da agricultura familiar de produzir alimentos sem agrotóxicos e de forma harmônica com a natureza. O ato também é um protesto contra a extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), através da Medida Provisória 870/19, publicada no dia 1º de janeiro.

Na ocasião, haverá um banquete com alimentos produzidos pela agricultura familiar em todos os estados do Semiárido para degustação dos presentes. Será o primeiro banquete público com este fim. Outros estão sendo organizados para o dia 27 de fevereiro em diversas cidades de todo o Brasil. O Banquetaço, como está sendo chamado o ato, é organizado por um coletivo apartidário que congrega a sociedade civil, movimentos sociais, organizações e profissionais.

Agrotóxicos

Além de ser momento de protesto, o banquete também vai celebrar a produção de alimentos sem agrotóxicos ou qualquer outro insumo tóxico e de forma harmônica com a natureza pela agricultura familiar agroecológica no Brasil. Desde 2008, o país é líder mundial no uso de pesticidas e tem uma legislação permissiva para a aplicação de substâncias altamente tóxicas – como o glifosato, utilizado em quantidade cinco mil vezes maior do que o permitido na União Europeia. Portanto, a produção agroecológica de alimentos é um ato de extrema resistência a favor da saúde pública e a favor da preservação ambiental, que precisa de todo apoio da sociedade para ser, cada vez mais, ampliada.



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Tags: agricultoras, experimentadoras, agricultores experimentadores, agrotóxicos, articulação semiárido, asa, asa brasil, campesinato, campesinos, enae, experimentadores sementes semiárido, v enae, agroecologia



XI Congresso Brasileiro de Agroecologia faz sua primeira convocatória

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 17/02/2019 16:51 e última atualização 17/02/2019 16:51

Comissão Técnico-Científica divulga orientações para submissão de trabalhos do  XI CBA, que este ano traz o tema: “Ecologia de Saberes: Ciência, Cultura e Arte na Democratização dos Sistemas Agroalimentares”

XI CBA

ABA-Agroecologia e a Rede Sergipana de Agroecologia (RESEA) irão promover o XI Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA) na Universidade Federal de Sergipe, campus São Cristóvão, no período de 04 a 07 de novembro de 2019. Com o lema “Ecologia de Saberes: Ciência, Cultura e Arte na Democratização dos Sistemas Agroalimentares” o congresso traz um desafio coletivo em sua organização e processos preparatórios descentralizados nos territórios.

A realização do CBA na sua décima primeira edição é de grande importância na afirmação do Congresso em sua relevância nacional, ao mesmo tempo em que expressa o fortalecimento das numerosas experiências agroecológicas das famílias agricultoras, movimentos sociais e das instituições de ensino, pesquisa e extensão, além de ressaltar a importância dos territórios na preservação de nossa biodiversidade e riqueza étnica e cultural.

Como parte do processo de preparação do evento, a Comissão Técnico-Científica (CTC) vem a público divulgar alguns procedimentos prévios para ORIENTAR A SUBMISSÃO DE TRABALHOS para apresentação no Congresso.

Serão aceitas submissões na forma de resumo expandido e de relato de experiência sobre Agroecologia, como ocorreram em eventos anteriores. Poderão ser submetidos nos formatos de trabalho científico e relato de experiências técnicas (resumo expandido com até 5 páginas) e relato de experiência popular.

Calendário para submissão de trabalhos:

01 de março de 2019: Divulgação de normas completas para submissão de resumos expandidos e relatos de experiência;

02 de abril a 19 de maio de 2019: Submissão dos resumos e relatos;

Até 14 de julho de 2019: Revisão da CTC e solicitação de ajustes aos autores;

01 de agosto de 2019: Prazo final para aceite das submissões pela CTC;

31 de agosto de 2019: Decisão final da CTC e definição das formas de apresentação

04 a 07 de novembro de 2019: XI CBA, Sergipe

Pedimos que todas e todos divulguem estes prazos o mais amplamente possível entre pessoas e instituições dedicadas ao tema.

Em breve, divulgaremos informações completas sobre o assunto, principalmente no que se refere às normas de submissão de resumos e relatos, além de informações sobre inscrições.

Contatos, dúvidas e sugestões podem ser enviados para o e-mail: ctc.xi.cba@gmail.com.

Atenciosamente,

Comissão Técnico-Científica do XI CBA

Fonte: http://www.agroecologia.org.br/2019/02/07/xi-congresso-brasileiro-de-agroecologia-faz-sua-primeira-convocatoria/



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Tags: cba, congresso brasileiro de agroecologia, convocatória, xi cba, aba, agroecologia



Seja um apoiador do Acampamento Terra Livre 2018

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri. Criado em 13/04/2018 19:13 e última atualização 26/01/2019 20:47

Cover acampamento terra livre vakinha

Seja um apoiador do Acampamento Terra Livre 2018

O Acampamento Terra Livre é a maior mobilização dos povos indígenas do Brasil. Como em todas as edições, o ATL só é realizado por meio dos apoios e do trabalho colaborativo. Esperamos mais de 3 mil parentes entre os dias 23 a 27 de abril. Contribua com a causa indígena e nos ajude a fazer mais um grande evento!

Estamos próximos de mais uma edição do maior encontro indígena do Brasil. O Acampamento Terra Livre cresceu e no ano passado, tendo reunido mais de 4 mil parentes, já entrou definitivamente como uma das agendas mais importantes para a cidadania global nos últimos tempos. Este ano, mais uma vez, ele é construído a muitas mãos ante uma ofensiva cada vez maior contra os direitos indígenas em todo o Continente.

Durante todos os dias do ATL, acontecerão marchas, atos públicos, audiências com autoridades dos três poderes, debates, palestras, grupos de discussão e atividades culturais. O ATL 2018 é promovido pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) com apoio da Mobilização Nacional Indígena, formada por organizações indigenistas e socioambientalistas, além da sociedade civil e movimentos sociais parceiros.

A APIB vai disponibilizar condições de estrutura e alimentação no acampamento a todos os indígenas presentes. Os fundos aqui arrecadados serão usados para custear esses itens. 

Por isso, sua contribuição é tão importante para a realização deste grande momento! Contribua, faça parte desse acampamento, venha junto e nos ajude a construir  o ATL 2018!

*** =>  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/seja-um-apoiador-do-acampamento-terra-livre-2018 <= ***


Tags: acampamento, terra livre, indígena



Yawalapiti – Entre Tempos. Exposição aberta de 19.04 a 20.05. Feira de arte a partir de 20.04.

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri. Criado em 10/04/2018 12:02 e última atualização 15/01/2019 11:29

A imagem pode conter: texto

Você conhece a beleza da arte indígena? Durante o nosso evento haverá a venda de objetos de arte na área externa do Museu. Não perca a oportunidade de conhecer, adquirir e conversar com os autores e autoras sobre seus belos trabalhos e suas referências.

Yawalapiti – Entre Tempos. Exposição aberta de 19.04 a 20.05. Feira de arte a partir de 20.04.

#yawalapiti #yawalapiti_entretempos #arteindigena #compredequemfaz

Fonte: https://www.facebook.com/yawalapiti.entre.tempos/

Acesso: 10/04/2018



Curso a distância sobre Sistemas Agroflorestais (gratuito)

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri. Criado em 20/06/2018 20:59 e última atualização 13/01/2019 12:46

Está no ar o Curso a distância sobre Sistemas Agroflorestais (gratuito),

desenvolvido no âmbito do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável/Secretaria de Meio Ambiente do Estado de SP e

elaborado pela ONG Mutirão Agroflorestal:

http://pdrsead.fia.com.br/


Tags: curso, saf, saf sintrópico, ong mutirão agroflorestal



Financiamento Coletivo para a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 13/04/2018 12:47 e última atualização 14/04/2018 02:52

Ocupação Cultural Mercado Sul Vive está revitalizando parte dos lotes ocupados na área do Mercado Sul, em Taguatinga-DF. Desde dezembro de 2017 iniciamos uma série de mutirões no local contando com a participação de moradores locais, amigos e parceiros para orelançamento do Espaço Multiuso.

Imagens: Webert da Cruz 

Ao longo de 3 nos quem já frequentou o espaço sabe do que estamos falando – infiltração nas paredes gerando umidade, canos velhos, banheiro com infraestrutura precária, vidros quebrados, entre outros. Tudo gerando fragilidade no local.

Imagens: Arquivo MSV

Queremos com esta reforma: 

  • Revitalizar mais um espaço da área histórica do Mercado sul;

  • Oferecer aos nossos visitantes e parceiros um local com maiorsegurança, comodidade, aconchego e que atenda as necessidades;

  • Consolidar um processo mais orgânico de autogestão e gestão coletiva.

Até o momento o MSV já investiu cerca de R$ 10.500,00 (dez mil e quinhentos reis), onde foi possível concluir quase toda a primeira etapa do projeto que consistiu em: reboco das paredes, constituição do sistema elétrico e construção de um sistema autônommo de captação de água.

Mas Afinal o que é o Mercado Sul Vive?

É uma articulação que nasceu a partir da ocupação de 8 lotes área histórica de Taguatinga, no intuito de revitalizar este espaço e com a perspectiva de fortalecer ações e propostas para o direito a cidade.

Dessa forma, há 3 anos estamos na reinvenção da sustentabilidadeambiental, social e econômica (individual e coletiva), pensando e articulando uma perspectiva que cultura que inclui as pessoas, que gera envolvimento local. Para entrar em contato conosco use um dos nossos canais abaixo:

www.mercadosul.org

http://www.facebook.com/mercadosulvive

Como você pode colaborar?

Para a concretização da 2a Etapa da obra precisamos de seu apoio!

Queremos investir em:

  • Aquisição e troca das telhas - R$ 2.750,00

  • Pintura do Espaço e do Entorno - R$ 2.500,00

  • Reforma das calçadas e da marquise - R$ 1.850,00

  • Término do reboco, hidráulica e elétrica - R$ 2.250,00

  • Mobília de papelão para o espaço - R$ 2.065,00

  • Custos da Plataforma Benfeitoria  R$ 1.083,00

 

Além disso, você pode participar dos nossos mutirões, ou mesmo doar diretamente os materiais que estamos necessitando.



(Leia o Texto Completo)

Tags: mercado sul, brasília, cultura, liberdade, lazer, ocupação, inspiração



Campanha de Financiamento Coletivo do IV Encontro Nacional de Agroecologia - ENA

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 10/04/2018 04:46 e última atualização 13/04/2018 13:09

IV ENA

Foi lançada a Campanha para o Financiamento Coletivo do IV Encontro Nacional de Agroecologia - ENA

O projeto

Você se interessa por alimentação saudável, preservação ambiental, protagonismo feminino e difusão de boas práticas agrícolas? Se preocupa com o desmatamento, as mudanças climáticas, a proteção dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais? Então você tem que fortalecer a agroecologia no Brasil.

Apoiando esta campanha, você fortalece várias causas em um mesmo movimento!

Vamos fortalecer o IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), que ocorrerá em Belo Horizonte (MG) de 31 de maio a 03 de junho de 2018, e reunirá 2 mil representantes da agroecologia.

A meta de arrecadação é R$ 100 mil para complementar a infraestrutura, logística e comunicação do encontro para todos os participantes. Pra se ter uma ideia, esse valor é equivalente aos custos com transporte, alimentação e hospedagem de 500 agricultores e agricultoras durante o encontro, em média.

Cada R$ 200, portanto, equivalem ao valor médio de despesas com a participação de um agricultor ou agricultora.

Leia mais sobre e Contribua em: https://www.catarse.me/ivena


Tags: ena, financiamento coletivo, agroecologia



Convocatória do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri. Criado em 10/04/2018 11:48 e última atualização 12/04/2018 16:32

28/mar/2018

Convocatória do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018

Nunca como hoje, nos últimos 30 anos, o Estado brasileiro optou por uma relação completamente adversa aos direitos dos povos indígenas. O governo ilegítimo de Michel Temer assumiu uma política declaradamente anti-indígena pondo fim à demarcação e proteção das terras indígenas, acarretando a invasão dessas terras por empreendimentos governamentais e privados. Impulsionou ainda o desmonte das instituições e políticas públicas voltadas aos povos indígenas e está sendo omisso e conivente com as práticas de discriminação e violência de toda ordem contra os povos e comunidades indígenas até mesmo em territórios já regularizados. Medidas administrativas e jurídicas são adotadas para restringir os direitos indígenas. Destacam-se entre estas, além das distintas reformas (trabalhista, previdenciária, privatização de empresas estatais etc.) que atingem toda a população brasileira, o congelamento do orçamento público por 20 anos, por meio da Emenda Constitucional 95, envolvendo o já reduzido orçamento do órgão indigenista. A Advocacia Geral da União, a serviço do governo golpista, institui o Parecer 001 / 17, que pretende generalizar para todas as terras indígenas as condicionantes definidas pelo Supremo Tribunal Federal exclusivamente para a terra indígena Raposa Serra do Sol e ainda querendo consolidar a tese do marco temporal que remete o reconhecimento do direito territorial indígena à data de promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.

Convergente com essa política, distintas bancadas anti-indígenas, principalmente as do agronegócio, do fundamentalismo religioso e da mineração, entre outras, se movimentam em torno de dezenas de Projetos de Emenda Constitucional (PECs) como a PEC 215 e Projetos de Lei (PLs) para regredir ou suprimir os direitos indígenas assegurados pela Constituição Federal, com o propósito de legalizar a invasão e usurpação dos territórios indígenas para fins de exploração ilegal dos bens naturais (solos, florestas, recursos hídricos, mineiros, biodiversidade) e a implantação de empreendimentos de infraestrutura (portos, hidrelétricas, estradas, linhas de transmissão) além da expansão das fronteiras agrícolas e da usurpação dos conhecimentos tradicionais. Fazem ainda parte dessa ofensiva do capital e seus comparsas nacionais as práticas de cooptação de lideranças indígenas, a divisão interna de povos e comunidades indígenas, os despejos judiciais e extrajudiciais, a intimidação, perseguição e assassinato de lideranças indígenas.

Por fim, no âmbito do judiciário, preocupa a consolidação e aplicabilidade crescente, principalmente em instâncias inferiores, da tese do marco temporal, a falta de acesso dos povos à justiça e as frequentes reintegrações de posse, em favor de invasores, os despejos extrajudiciais, quando povos indígenas decidem retomar os seus territórios tradicionais.  

CONVOCATÓRIA

Face a esse cenário de barbárie, que atinge não apenas os povos indígenas, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) convoca aos povos e organizações indígenas de todas as regiões do país para a maior mobilização nacional indígena do ano – o Acampamento Terra Livre (ATL) que será realizado em Brasília – DF, no período de 23 a 27 de abril de 2018, com o objetivo de:

Unificar as lutas em defesa do Brasil Indígena – Pela garantia dos direitos originários dos nossos povos“.

O ATL prevê discutir e definir posicionamentos sobre a situação dos direitos fundamentais dos nossos povos no âmbito dos distintos poderes do Estado, principalmente o territorial (demarcação, proteção e sustentabilidade) e sobre as políticas públicas específicas e diferenciadas conquistadas nos últimos anos (saúde, educação, PNGATI, CNPI etc.) bem como sobre o crescente clima de criminalização, violência e racismo institucional contra os nossos povos, comunidades e lideranças indígenas. Isso implicará em nos mobilizarmos e manifestarmos junto aos órgãos e instancias do poder público envolvidos em principio com a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas e a implementação das políticas públicas que nos dizem respeito.

A APIB disponibilizará as condições de logística, infraestrutura e alimentação para acolher as delegações, cabendo portanto às associações, comunidades e organizações indígenas locais e regionais procurarem junto a sua rede de apoiadores e parceiros os meios de transporte para se deslocarem até Brasília. Cada participante não pode esquecer de trazer os seus materiais de uso pessoal (creme dental, sabonete, escova de dentes, prato, copo, talheres, colchonete e agasalhos) e, quem puder, materiais de alojamento (barracas, lonas, cobertores, saco de dormir, redes, mosqueteiros etc.) e contribuição com material de alimentação e higiene não perecível.

As delegações serão recepcionadas a partir da manhã da segunda-feira, 23 de abril, no local do Acampamento a ser informado em outro momento, quando iniciaremos a instalação. As atividades da mobilização acontecerão durante 04 dias intensos, de 23 a 26 de abril, ficando para retornar aos territórios no dia 27.

Recomendamos aos coordenadores das delegações orientarem as lideranças sobre as normas de segurança e a necessidade de se envolverem plenamente nas atividades previstas.

Para outras informações, favor contatar a representação da Apib em Brasília, pelo e-mail apibbsb@gmail.com ou pelo telefone (61) 30345548.

Fonte: http://apib.info/2018/03/28/convocatoria-do-acampamento-terra-livre-atl-2018/
Acesso em: 10/04/2018



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Veja o que há de novo no Mapa da Agroecologia

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 11/04/2018 22:14 e última atualização 12/04/2018 16:31

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O Mapa da Agroecologia, plataforma livre para o mapeamento de iniciativas em Agroecologia, está com muitas novidades.

  • Novas camadas no Mapa. Foram adicionadas camadas de referência tais como Terras Indígenas, Quilombos, Áreas de Proteção Federal e de Assentamento Rural, com base em dados oficiais.

  • Blog por Local. Uma ferramenta de Blog esta disponível para cada local, permitindo que este compartilhem história, notícias, informes, tutorias e muito mais. O Blog central (do Mapa da Agroecologia) trará novidades sobre eventos, notícias e melhorias.

  • Ferramenta de busca no Mapa. Esta possibilita localizar locais cadastrados no Mapa de forma simples.

  • Comentários sobre Experiência. Uma nova funcionalidade permite ao colaborador tecer comentários sobre cada Experiências em Agroecologia registrada, assim possibilitando uma melhor troca de conhecimentos a respeito de determinada experiência.

  • Pequenas melhorias e correções foram feitas em toda a Plataforma com o intuito de tornar-lha mais simples e completa.

A plataforma está em constante evolução e é aberta (livre), estamos sempre buscando parceiros para aprimorar o sistema, não somente fornecendo informações sobre os locais que já realizam experiências em Agroecologia, mas também com sugestões e dicas de como aprimorar a plataforma em si.

Conheça a Plataforma em funcionamento em https://mapadaagroecologia.org/, crie seu usuário e adicione seu Local e suas Experiências / SAFs para que possamos aprimorar as redes de colaboração em Agroecologia.

Através do código-fonte é possível customizar a plataforma e implantá-la em qualquer iniciativa que deseje mapear experiências de agroecologia no Brasil.

O Código-fonte esta disponível em https://gitlab.com/ITBio3/agroecologia


Tags: mapa da agroecologia, software livre, agroecologia



Projeto Yawalapiti - Entre Tempos! [divulgação]

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri. Criado em 10/04/2018 12:01 e última atualização 10/04/2018 12:01

Como parte da missão do Instituto Oca do Sol e com grande alegria, estaremos recebendo e hospedando os indígenas Yawalapiti do Xingu na Oca do Sol para o Projeto Yawalapiti - Entre Tempos! 

O Entre Tempos, que acontecerá no Museu da República do dia 20 de abril até o dia 20 de maio, conta com exposição fotográfica vivencial, realizado pelo fotógrafo Olivier Boëls e Nísia Ribeiro Sacco da Milarepa Produções Culturais, que também são moradores aqui da Serrinha do Paranoá, Lago Norte - Brasíla/ DF, onde o Instituto está localizado e realiza diversos projetos socioambientais locais. 

Este não é um projeto feito sobre eles, mas com eles: os integrantes da comunidade Yawalapiti se encarregam de legendas, textos explicativos para as fotos, recepção e mediação com os visitantes ao Museu da República, onde estará exposta essa obra de arte-cultural-vivencial.

A programação também contará com projeções mapeadas, pintura corporal, visita guiada pela comunidade indígena, bate papo com os caciques e o fotógrafo, intérprete em libras e venda de artesanato.

Aproveite a oportunidade dessa experiência fantástica onde o Museu da República e a Oca do Sol se tornarão uma verdadeira aldeia, onde os Xinguanos compartilharão a riqueza de sua sabedoria ancestral!

Saiba mais sobre o projeto:
https://www.facebook.com/yawalapiti.entre.tempos/
https://www.facebook.com/events/2035690290046128/?ti=cl

Conheça o Instituto Oca do Sol:
https://www.facebook.com/OcaDoSol/
www.institutoocadosol.org

Fonte: divulgação em grupo de whatsapp



Blog é mais uma Nova Funcionalidade do Mapa da Agroecologia

Enviado por Marcelo Soares Souza. Criado em 10/04/2018 04:24 e última atualização 10/04/2018 04:24

O Mapa da Agroecologia agora permite que cada local possua um Blog contendo Textos relacionados ao Local