Curso a distância sobre Sistemas Agroflorestais (gratuito)

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri (Mapa da Agroecologia). Criado em 20/06/2018 20:59 e última atualização 20/06/2018 21:00.

Está no ar o Curso a distância sobre Sistemas Agroflorestais (gratuito),

desenvolvido no âmbito do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável/Secretaria de Meio Ambiente do Estado de SP e

elaborado pela ONG Mutirão Agroflorestal:

http://pdrsead.fia.com.br/


Tags: curso, saf, saf sintrópico, ong mutirão agroflorestal


Financiamento Coletivo para a Ocupação Cultural Mercado Sul Vive

Enviado por Marcelo Soares Souza (Mapa da Agroecologia). Criado em 13/04/2018 12:47 e última atualização 14/04/2018 02:52.

Ocupação Cultural Mercado Sul Vive está revitalizando parte dos lotes ocupados na área do Mercado Sul, em Taguatinga-DF. Desde dezembro de 2017 iniciamos uma série de mutirões no local contando com a participação de moradores locais, amigos e parceiros para orelançamento do Espaço Multiuso.

Imagens: Webert da Cruz 

Ao longo de 3 nos quem já frequentou o espaço sabe do que estamos falando – infiltração nas paredes gerando umidade, canos velhos, banheiro com infraestrutura precária, vidros quebrados, entre outros. Tudo gerando fragilidade no local.

Imagens: Arquivo MSV

Queremos com esta reforma: 

  • Revitalizar mais um espaço da área histórica do Mercado sul;

  • Oferecer aos nossos visitantes e parceiros um local com maiorsegurança, comodidade, aconchego e que atenda as necessidades;

  • Consolidar um processo mais orgânico de autogestão e gestão coletiva.

Até o momento o MSV já investiu cerca de R$ 10.500,00 (dez mil e quinhentos reis), onde foi possível concluir quase toda a primeira etapa do projeto que consistiu em: reboco das paredes, constituição do sistema elétrico e construção de um sistema autônommo de captação de água.

Mas Afinal o que é o Mercado Sul Vive?

É uma articulação que nasceu a partir da ocupação de 8 lotes área histórica de Taguatinga, no intuito de revitalizar este espaço e com a perspectiva de fortalecer ações e propostas para o direito a cidade.

Dessa forma, há 3 anos estamos na reinvenção da sustentabilidadeambiental, social e econômica (individual e coletiva), pensando e articulando uma perspectiva que cultura que inclui as pessoas, que gera envolvimento local. Para entrar em contato conosco use um dos nossos canais abaixo:

www.mercadosul.org

http://www.facebook.com/mercadosulvive

Como você pode colaborar?

Para a concretização da 2a Etapa da obra precisamos de seu apoio!

Queremos investir em:

  • Aquisição e troca das telhas - R$ 2.750,00

  • Pintura do Espaço e do Entorno - R$ 2.500,00

  • Reforma das calçadas e da marquise - R$ 1.850,00

  • Término do reboco, hidráulica e elétrica - R$ 2.250,00

  • Mobília de papelão para o espaço - R$ 2.065,00

  • Custos da Plataforma Benfeitoria  R$ 1.083,00

 

Além disso, você pode participar dos nossos mutirões, ou mesmo doar diretamente os materiais que estamos necessitando.



(Leia o Texto Completo)

Tags: mercado sul, brasília, cultura, liberdade, lazer, ocupação, inspiração


Seja um apoiador do Acampamento Terra Livre 2018

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri (Mapa da Agroecologia). Criado em 13/04/2018 19:13 e última atualização 14/04/2018 02:50.

Cover acampamento terra livre vakinha

Seja um apoiador do Acampamento Terra Livre 2018

O Acampamento Terra Livre é a maior mobilização dos povos indígenas do Brasil. Como em todas as edições, o ATL só é realizado por meio dos apoios e do trabalho colaborativo. Esperamos mais de 3 mil parentes entre os dias 23 a 27 de abril. Contribua com a causa indígena e nos ajude a fazer mais um grande evento!

Estamos próximos de mais uma edição do maior encontro indígena do Brasil. O Acampamento Terra Livre cresceu e no ano passado, tendo reunido mais de 4 mil parentes, já entrou definitivamente como uma das agendas mais importantes para a cidadania global nos últimos tempos. Este ano, mais uma vez, ele é construído a muitas mãos ante uma ofensiva cada vez maior contra os direitos indígenas em todo o Continente.

Durante todos os dias do ATL, acontecerão marchas, atos públicos, audiências com autoridades dos três poderes, debates, palestras, grupos de discussão e atividades culturais. O ATL 2018 é promovido pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) com apoio da Mobilização Nacional Indígena, formada por organizações indigenistas e socioambientalistas, além da sociedade civil e movimentos sociais parceiros.

A APIB vai disponibilizar condições de estrutura e alimentação no acampamento a todos os indígenas presentes. Os fundos aqui arrecadados serão usados para custear esses itens. 

Por isso, sua contribuição é tão importante para a realização deste grande momento! Contribua, faça parte desse acampamento, venha junto e nos ajude a construir  o ATL 2018!

*** =>  https://www.vakinha.com.br/vaquinha/seja-um-apoiador-do-acampamento-terra-livre-2018 <= ***


Tags: acampamento, terra livre, indígena


O Quintal do Centro Educacional Agrourbano Ipê

Enviado por Centro Educacional Agrourbano Ipê (Exposição Permanente de Tecnologias Sustentáveis de Baixo Custo). Criado em 14/04/2018 02:48 e última atualização 14/04/2018 02:49.

O quintal da escola foi transformado, aos poucos, em uma vitrine de tecnologias sustentáveis de baixo custo. Professores e estudantes realizam pesquisas, semprealiando aos conteúdos escolares e depois, por meio de mutirões, instalam as experiências sustentáveis no terreno da escola. O Objetivo é incentivar a comunidade escolar e do CAUB I a utilizar tecnologias sustentáveis. Essa área da escola é  coordenada pelo professor de Biologia Leonardo Teruyuki Hatano e pela direção da escola.

Pergolado – sala de aula ao ar livre (2011) - O pergolado serve para decorar diversos espaços, formando uma espécie de galeria, e proporciona um ambiente de relaxamento. Foi a primeira experiencia sustentável experimentada na escola.construído com madeira, coberto com telhado verde no seu interior foram instaladas mesas e bancos. A ideia deste projeto foi oferecer um espaço alternativo para realização de aulas e reuniões.

Captação da água da chuva (2013) - Este sistema funciona com o telhado que setorna um captador da água da chuva. Nosso modelo de coletor é uma calha de zinco fixada em uma parte do telhado da escola  presa na parede por várias “mãos francesas”em sua estrutura. O início de uma chuva lava o telhado e a atmosfera, arrastando impurezas finas que precisam ser separadas e descartadas. Nesse processo, a água misturada com a sujeira acumulada no telhado é desviada para um filtro que separa as águas, reservando no tanque somente a água limpa. O denominado filtro grosseiro consiste em um cano de 100mm com duas reduções excêntricas de 100mm para 80mmcom uma bola de isopor no interior do cano e um captador na outra extremidade para reter galhos, folhas, e outras impurezas grosseiras. À medida que a água enche o filtro, a bola de isopor flutua até chegar na redução, diminuindo o fluxo de água para o filtro, passando a fluir para o reservatório.

Tanque em ferrocimento para criação de tilápias (2013) - O tanque foi construído no formato cilíndrico utilizando duas partes de telas cobertas com uma fina camada de concreto amarrada na base do reservatório com terreno nivelado. Também espalhou-se uma camada fina de concreto na base, já com a tubulação de escoamento posicionada. O fundo foi coberto com a tela de aço que sobrepôs a formação da parede do reservatório. A tela da parede foi coberta com outra tela hexagonal de 12,5mm, prendendo-a com arame. Realizou-se aplicação da argamassa diretamente na tela lateral, de baixo para cima. Após a camada de argamassa esperou-se 12 horas para a aplicação do reboco.
Após 24 horas de secagem, o reservatório recebeu a primeira água para fazer a cura do cimento que dura pelo menos 10 dias. Após esse período, a água foi utilizada paraoutro fim e encheu-se o tanque novamente com água nova para iniciar a criação depeixes. O tanque recebe a água captada da chuva e é interligado à aquaponia e hidroponia.

Aquaponia (2013) - Uma bombona plástica foi cortada longitudinalmente em duas metades e conectadas por canos e flanges para formar dois canteiros de plantas, sustentados por uma armação de quatro vigotas de madeira e uma cama metálica. Na parte voltada para baixo foi instalada uma flange em cada recipiente para a drenagem da água por meio de um sifão com proteção na saída da água. As bombonas são os
canteiros das plantas. São utilizados como substrato a argila expandida e a brita. A superfície desses materiais é colonizada por bactérias que realizam o ciclo do nitrogênio, em que os dejetos provenientes da criação de peixes são transformados em nitrito e depois em nitrato que serve de adubo para as plantas. Após esta fase de circulação da água nas bombonas, ela retorna mais limpa e oxigenada para o tanque de peixes.

Hidroponia (2016/2017) – Os canteiros das plantas foram construídos a partir do reaproveitamento de garrafas pet preenchidas com argila expandida. Algumas garrafas foram furadas e conectadas umas as outras, formando uma coluna por onde a águaescorre. Uma bomba d'água puxa a água do fundo do reservatório de ferrocimento juntamente com os resíduos produzidos pelos peixes e leva para o interior das garrafas onde as bactérias transformam compostos nitrogenados tóxicos para os peixes em nitratos que alimentam as plantas. Este processo funciona como um filtro biológico eainda auxilia a oxigenação da água no seu retorno para o reservatório.

Desidratador de frutas (2014) - Foram retiradas duas madeiras laterais de umagaveta. O tampo inferior foi transformado em suporte de bandeja. As duas aberturas laterais foram revestidas por tela mosquiteira, ambas com a finalidade de portas de ventilação, uma permanece aberta e a outra fechada. Na parte superior, foi colocadoum vidro colado com silicone. Quatro caibros foram fixados na terra para sustentá-la em pé e em posição inclinada e a caixa parafusada neles. Este sistema funciona com a colocação de uma bandeja utilizada para a secagem das frutas em tiras que é colocadano interior da gaveta. O ar aquecido no interior do equipamento saí pela abertura superior, retirando a umidade das frutas enquanto o ar menos aquecido penetra pela abertura inferior. Em 2017, estudantes do 8º ano iniciaram uma experiencia com a desidratação de mandioca para obter a farinha de crueira. A partir da farinha criaramreceitas de pizza, bolinhos e macarrão.

Fogão solar (2014) – um fogão solar se baseia no princípio de reflexão dos raios solares em um único ponto, neste caso, o foco, aumentando perceptivelmente sua temperatura. Este projeto foi desenvolvido com o uso de uma antena parabólica que estava desativada e que foi reaproveitada para a construção do fogão solar. Cobriu-se a parte côncava de antena parabólica com uma manta aluminizada para telhado para
convergir os raios solares em um determinado ponto onde foi colocado um suporte feito com arame para apoiar uma frigideira pequena.

Composteira (2014) - A compostagem é um conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos por meio da ação de microrganismos. Uma das técnicas utilizadas foi a escavação de um buraco com dimensão de 1,5m x1,5m onde os restos de vegetais provenientes da cantina da escola são depositados. Por cima desse resíduo orgânico é colocado uma camada de matéria vegetal seca,
formando uma pilha onde se alternam o lixo orgânico e folhas secas. Quando a composteira esta cheia, retira-se a camada mais profunda e revira-se o monte. A camada retirada é utilizada como fertilizante para as plantas da agrofloresta.

Viveiro de mudas (2014) – Projeto desenvolvido com a construção de um viveiro permanente, onde são produzidas mudas de maneira contínua e por tempo indeterminado, visando a conservação e ampliação e criando possibilidades de utilização sustentável de recursos naturais em áreas degradadas da escola e da ARIE. A área destinada ao viveiro de mudas foi cercada com um pedaço da tela de aço que foi dobrada para estruturar a parede e o teto do viveiro e amarrada na lateral da cercado espaço da agrofloresta. Para a cobertura da tela foi utilizado uma tela de nailon e em seu interior são produzidas mudas de diversas espécies vegetais em sacos plásticos com terra adubada.

Sala ecológica de superadobe (2015) – É uma técnica de construção ecológica de baixo custo. A sala é utilizada para ações extraclasses, como contação de histórias. Dentro do espaço da vitrine, foi escolhido e demarcado o terreno. Para os alicerces daconstrução foi utilizado o método de escavação por vala de aproximadamente 50cm deprofundidade, coberta com pedras e brita compactadas, por cima foi colocada uma camada de concreto. As paredes foram feitas e estruturadas com a técnica superadobe, processo que utiliza sacos de polipropileno preenchidos com solo argiloso e compactado com um pilão. As primeiras cinco camadas receberam uma mistura de 10% de cimento com a terra para garantir a solidez. Para evitar o deslocamento das fieiras dos sacos de polipropileno foram colocados vergalhões de ferro, dispostos aleatoriamente com comprimento capaz de travar 3 camadas sobrepostas. O teto foi coberto com telhas de caixas de leite recicladas. A sala foi projetada para ter duas janelas e uma porta. Asquatro ultimas camadas também receberam uma mistura de 10% de cimento. Foram instaladas vigotas para a fixação do telhado ecológico produzido a partir de “caixas deleite”. As paredes interna e externa receberam rebolo tradicional de concreto.

Tanque de papelão (2017) – Outro tanque para armazenamento de água construído no espaço da vitrine. Este tanque irá captar a água da chuva do telhado da sala ecológica. Será utilizado para a criação de peixes e parte da água será utilizada para irrigar as plantas do sistema agroflorestal. Na sua estrutura colocou-se pilares de bambu fixados no solo formando uma estrutura retangular com a seguintes dimensões 2m x 4m x 1m. Ripas de bambu foram amarradas nesses pilares com arame. Toda estrutura será revestida com papelão e coberta com uma lona plástica para tanque de piscicultura.

Sistema agroflorestal (2014) - Pode ser definido como o plantio de espécies agrícolas e florestais em uma mesma área. Esse sistema torna possível a produção de grãos, frutos e fibras sem que a natureza seja prejudicada, uma vez que misturam-se espécies agrícolas, gramíneas, frutíferas e florestais no mesmo espaço. Este sistema foi implantado na área que do parquinho da escola que se encontrava infestada de capim braquiária. Os brinquedos do parque encontravam-se, em sua maioria, danificados. Foram retirados, recuperados e instalados em outro local próximo. Foi utilizado o sistema de linhas para o plantio. Para isso, foi determinado o espaço “berços” para receber o adubo e as mudas de hortaliças. Nas linhas externas foram plantadas mudas de bananas, e na parte anterior plantas ornamentais, ficando as frutíferas na porção central. Entre as linhas das plantas maiores foram semeados milho, feijãoguandu e nabo forrageiro, alternadamente. O solo é mantido coberto com mulche (matéria vegetal morta como folhas e galhos secos) que contribui para manter aumidade e a ação de invertebrados e microrganismos no solo.

 

 

Farmácia viva (2013) - É um conjunto de plantas medicinais que são indicadas para o tratamento das doenças e sintomas mais comuns e de menor gravidade como gripes,resfriados, problemas estomacais, e dor de cabeça. O projeto foi desenvolvido, na escola, por meio de pesquisa etnobotânica realizada pelos estudantes da escola que entrevistaram seus parentes e conhecidos a fim de coletar informações sobre as principais plantas medicinais utilizadas na família. Para auxiliar este resgate, valorização  e entendimento sobre as dinâmicas do conhecimento tradicional a respeito da utilização da flora, os estudantes fizeram estudos bibliográficos sobre as plantas, seus princípios ativos na composição das plantas e sua ação no organismo. Os estudantes trouxeram mudas destas plantas que a família cultiva em seus quintais e plantaram no espaço reservado da farmácia viva, além disso confeccionaram placas de identificação das plantas com o nome científico, nome popular (em português, inglês e espanhol) da maioria e o desenho da estrutura química do composto ativo de cada planta.

 

 

Coleta de resíduos recicláveis ou coleta seletiva (2014) – Este sistema de recolhimento de materiais potencialmente recicláveis foi adotado para dar um destino adequado aos resíduos gerados pela escola. Para a fixação das bags na parte dos fundos da escola foram fabricadas, exclusivamente, as “mãos francesas” que foram parafusadas na parede e mantêm as bags abertas e suspensas sobre uma estrutura de madeira a alguns centímetros do chão. Cada uma das bags recebe um tipo de material reciclável diferenciado: papel, papelão, plástico e metal. Uma parte específica da coleta seletiva para vidros é colocado em uma “bombona” plástica de 200 litros. Posteriormente estes resíduos são encaminhados para locais que recebem reciclagem.

Miniestação de tratamento de esgoto das fossas (2017) – Com intuito diminuir os impactos ambientais provocados pelo esgoto da escola lançado ao solo, criou-se uma base de miniestação de tratamento de esgoto. Este projeto iniciado em 2017, em parceria com a empresa Bio Solução, e foi estabelecido com a instalação de dois sistemas de tratamento das águas: um proveniente da cantina/banheiros e o outro dos bebedouros. No sistema de tratamento da água da cozinha/banheiros foram instaladas duas caixas de polietileno para reciclagem dos restos de alimentos e a instalação de caixa de passagem; no sistema de tratamento da água dos sanitários foram instaladas uma caixa coletora de resíduos humanos e restos de papel, uma caixa biodigestora, uma caixa biodespoluente com filtros para tratamento da água e a uma caixa de
distribuição de água. O projeto está em fase de andamento, dentro do planejamento estabelecido as próximas etapas do projeto a serem executadas: no sistema de tratamento da água da cozinha e banheiros serão inseridos filtros de brita, carvão e areia, caixa cloradora e caixa
distribuidora, a análise desta água para verificar necessidade de outro tratamento e a verificação das indicações de reuso para lavar calçadas, irrigar gramas e abastecer as descargas dos sanitários. Neste momento já é possível afirmar que a escola não está mais poluindo o solo com
os dejetos da fossa.

Reuso da água do bebedouro (201 7) - No sistema de água dos bebedouros foi instalada uma caixa coletora, a água é lançada por bombeamento para uma caixa d’água. No pé da caixa d’água foi instalado um filtro de areia, brita e carvão para eliminar resto de sabão e odor. A água do bebedouro é utilizada para irrigar o jardim, agrofloresta e o gramado da Exposição Permanente de Tecnologias Sustentáveis.

Canteiros agroecológicos – (2015 e 2017) – Os canteiros foram instalados comformado de formas geométricas pelos estudantes de Anos Iniciais e  6º anos do Ensino Fundamental no ano de 2015. Iniciou-se a plantação utilizando adubo orgânico comum. Em 2017, a partir da interação dos estudantes da turma de 2º ano do EF com um agricultor orgânico do CAUB I, os estudantes passaram a utilizar o adubo bokashi e cobertura com capim braquiária.

Estação meteorológica (2017) – É uma ferramenta fundamental para monitorar as condições meteorológicas, consiste da coleta diária de dados referentes as diversas variáveis atmosféricas, que caracterizam o estado da atmosfera, ou seja, o tempo. A estação meteorológica automática foi desenvolvida por professores da Escola Técnica de Brasília e cedida ao CED Agrourbano por meio da Agência Espacial Brasileira. A coleta de dados é totalmente automatizada. A cada três minutos o aparelho faz medições e registros da temperatura, umidade do ar e pressão atmosférica. Os dados são acompanhados pelos estudantes da 2ª série do Ensino Médio com objetivo dedivulgar para a comunidade a situação meteorológica da área da escola e do CAUB I.

 

Acompanhamento da qualidade da água dos Córregos Capão Preto e Ipê (2016/2017/2018) – Projeto que teve início no ano de 2016, preocupados com degradação da ARIE e da qualidade de água existente nas nascentes, realizou-se o monitoramentobásico a fim de permitir uma avaliação adequada da qualidade da água da cachoeira do Córrego Capão Preto, por meio de coleta e análise da qualidade da água. Nas primeiras amostras utilizou-se um kit caseiro com solução para identificar o ph e a temperatura da água. A análise foi realizada utilizando as cores de referência disponíveis no manual deste kit. Atualmente, os estudantes do Ensino Médio realizam, periodicamente, a análise de água das nascentes do Córregos Capão Preto e Ipê/Coqueiros com o objetivo de monitorar alguns parâmetros físico-químicos e identificar elementos que podem colocar em risco a qualidade da água. Nas medições são analisados indicadores de presença de nitrato, nitrito, amônia e ortofosfato, quantidade de oxigênio dissolvido, pH e temperatura da água. Além disso os estudantes analisam também a água utilizada por alguns agricultores na irrigação das plantações. Ainda convém lembrar que este trabalho de acompanhamento recebeu um apoio melhor com a utilização de um kit maissofisticado (equipamentos e substâncias para as análises) cedido pela CAESB por meiode interação do IBRAM com o CED Agrourbano.

 

Banco de sementes (2017) – Em 2017 teve início a arrecadação de sementes para o banco do CED Agrourbano. O objetivo é reunir sementes de árvores nativas do cerrado e frutíferas para germinação de mudas no viveiro a escola. Pretende-se também reunir sementes de verduras, legumes e plantas para adução verde que serão utilizadas no manejo dos sistemas agroflorestais da escola e na comunidade.

Jardim Filtrante (2014) – Plantas que filtram o ar.

Árvore do Cerrado Cenográfica (2018) – Árvore cenográfica (pequizeiro) doação do estande da Rede Globo no 8º Fórum Mundial da Água.

Bordados: "Nossas Águas" (2018) - Poema sobre nascente e mapa da microbacia do Ipê bordados por estudantes do Ensino Fundamental, professoras e mulheres da comunidade do CAUB I.



(Leia o Texto Completo)

Tags: agroecologia, agrourbano, ipê, sustentabilidade


Campanha de Financiamento Coletivo do IV Encontro Nacional de Agroecologia - ENA

Enviado por Marcelo Soares Souza (Mapa da Agroecologia). Criado em 10/04/2018 04:46 e última atualização 13/04/2018 13:09.

IV ENA

Foi lançada a Campanha para o Financiamento Coletivo do IV Encontro Nacional de Agroecologia - ENA

O projeto

Você se interessa por alimentação saudável, preservação ambiental, protagonismo feminino e difusão de boas práticas agrícolas? Se preocupa com o desmatamento, as mudanças climáticas, a proteção dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais? Então você tem que fortalecer a agroecologia no Brasil.

Apoiando esta campanha, você fortalece várias causas em um mesmo movimento!

Vamos fortalecer o IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), que ocorrerá em Belo Horizonte (MG) de 31 de maio a 03 de junho de 2018, e reunirá 2 mil representantes da agroecologia.

A meta de arrecadação é R$ 100 mil para complementar a infraestrutura, logística e comunicação do encontro para todos os participantes. Pra se ter uma ideia, esse valor é equivalente aos custos com transporte, alimentação e hospedagem de 500 agricultores e agricultoras durante o encontro, em média.

Cada R$ 200, portanto, equivalem ao valor médio de despesas com a participação de um agricultor ou agricultora.

Leia mais sobre e Contribua em: https://www.catarse.me/ivena


Tags: ena, financiamento coletivo, agroecologia


Convocatória do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri (Mapa da Agroecologia). Criado em 10/04/2018 11:48 e última atualização 12/04/2018 16:32.

28/mar/2018

Convocatória do Acampamento Terra Livre (ATL) 2018

Nunca como hoje, nos últimos 30 anos, o Estado brasileiro optou por uma relação completamente adversa aos direitos dos povos indígenas. O governo ilegítimo de Michel Temer assumiu uma política declaradamente anti-indígena pondo fim à demarcação e proteção das terras indígenas, acarretando a invasão dessas terras por empreendimentos governamentais e privados. Impulsionou ainda o desmonte das instituições e políticas públicas voltadas aos povos indígenas e está sendo omisso e conivente com as práticas de discriminação e violência de toda ordem contra os povos e comunidades indígenas até mesmo em territórios já regularizados. Medidas administrativas e jurídicas são adotadas para restringir os direitos indígenas. Destacam-se entre estas, além das distintas reformas (trabalhista, previdenciária, privatização de empresas estatais etc.) que atingem toda a população brasileira, o congelamento do orçamento público por 20 anos, por meio da Emenda Constitucional 95, envolvendo o já reduzido orçamento do órgão indigenista. A Advocacia Geral da União, a serviço do governo golpista, institui o Parecer 001 / 17, que pretende generalizar para todas as terras indígenas as condicionantes definidas pelo Supremo Tribunal Federal exclusivamente para a terra indígena Raposa Serra do Sol e ainda querendo consolidar a tese do marco temporal que remete o reconhecimento do direito territorial indígena à data de promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.

Convergente com essa política, distintas bancadas anti-indígenas, principalmente as do agronegócio, do fundamentalismo religioso e da mineração, entre outras, se movimentam em torno de dezenas de Projetos de Emenda Constitucional (PECs) como a PEC 215 e Projetos de Lei (PLs) para regredir ou suprimir os direitos indígenas assegurados pela Constituição Federal, com o propósito de legalizar a invasão e usurpação dos territórios indígenas para fins de exploração ilegal dos bens naturais (solos, florestas, recursos hídricos, mineiros, biodiversidade) e a implantação de empreendimentos de infraestrutura (portos, hidrelétricas, estradas, linhas de transmissão) além da expansão das fronteiras agrícolas e da usurpação dos conhecimentos tradicionais. Fazem ainda parte dessa ofensiva do capital e seus comparsas nacionais as práticas de cooptação de lideranças indígenas, a divisão interna de povos e comunidades indígenas, os despejos judiciais e extrajudiciais, a intimidação, perseguição e assassinato de lideranças indígenas.

Por fim, no âmbito do judiciário, preocupa a consolidação e aplicabilidade crescente, principalmente em instâncias inferiores, da tese do marco temporal, a falta de acesso dos povos à justiça e as frequentes reintegrações de posse, em favor de invasores, os despejos extrajudiciais, quando povos indígenas decidem retomar os seus territórios tradicionais.  

CONVOCATÓRIA

Face a esse cenário de barbárie, que atinge não apenas os povos indígenas, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) convoca aos povos e organizações indígenas de todas as regiões do país para a maior mobilização nacional indígena do ano – o Acampamento Terra Livre (ATL) que será realizado em Brasília – DF, no período de 23 a 27 de abril de 2018, com o objetivo de:

Unificar as lutas em defesa do Brasil Indígena – Pela garantia dos direitos originários dos nossos povos“.

O ATL prevê discutir e definir posicionamentos sobre a situação dos direitos fundamentais dos nossos povos no âmbito dos distintos poderes do Estado, principalmente o territorial (demarcação, proteção e sustentabilidade) e sobre as políticas públicas específicas e diferenciadas conquistadas nos últimos anos (saúde, educação, PNGATI, CNPI etc.) bem como sobre o crescente clima de criminalização, violência e racismo institucional contra os nossos povos, comunidades e lideranças indígenas. Isso implicará em nos mobilizarmos e manifestarmos junto aos órgãos e instancias do poder público envolvidos em principio com a proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas e a implementação das políticas públicas que nos dizem respeito.

A APIB disponibilizará as condições de logística, infraestrutura e alimentação para acolher as delegações, cabendo portanto às associações, comunidades e organizações indígenas locais e regionais procurarem junto a sua rede de apoiadores e parceiros os meios de transporte para se deslocarem até Brasília. Cada participante não pode esquecer de trazer os seus materiais de uso pessoal (creme dental, sabonete, escova de dentes, prato, copo, talheres, colchonete e agasalhos) e, quem puder, materiais de alojamento (barracas, lonas, cobertores, saco de dormir, redes, mosqueteiros etc.) e contribuição com material de alimentação e higiene não perecível.

As delegações serão recepcionadas a partir da manhã da segunda-feira, 23 de abril, no local do Acampamento a ser informado em outro momento, quando iniciaremos a instalação. As atividades da mobilização acontecerão durante 04 dias intensos, de 23 a 26 de abril, ficando para retornar aos territórios no dia 27.

Recomendamos aos coordenadores das delegações orientarem as lideranças sobre as normas de segurança e a necessidade de se envolverem plenamente nas atividades previstas.

Para outras informações, favor contatar a representação da Apib em Brasília, pelo e-mail apibbsb@gmail.com ou pelo telefone (61) 30345548.

Fonte: http://apib.info/2018/03/28/convocatoria-do-acampamento-terra-livre-atl-2018/
Acesso em: 10/04/2018



(Leia o Texto Completo)

Veja o que há de novo no Mapa da Agroecologia

Enviado por Marcelo Soares Souza (Mapa da Agroecologia). Criado em 11/04/2018 22:14 e última atualização 12/04/2018 16:31.

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O Mapa da Agroecologia, plataforma livre para o mapeamento de iniciativas em Agroecologia, está com muitas novidades.

  • Novas camadas no Mapa. Foram adicionadas camadas de referência tais como Terras Indígenas, Quilombos, Áreas de Proteção Federal e de Assentamento Rural, com base em dados oficiais.

  • Blog por Local. Uma ferramenta de Blog esta disponível para cada local, permitindo que este compartilhem história, notícias, informes, tutorias e muito mais. O Blog central (do Mapa da Agroecologia) trará novidades sobre eventos, notícias e melhorias.

  • Ferramenta de busca no Mapa. Esta possibilita localizar locais cadastrados no Mapa de forma simples.

  • Comentários sobre Experiência. Uma nova funcionalidade permite ao colaborador tecer comentários sobre cada Experiências em Agroecologia registrada, assim possibilitando uma melhor troca de conhecimentos a respeito de determinada experiência.

  • Pequenas melhorias e correções foram feitas em toda a Plataforma com o intuito de tornar-lha mais simples e completa.

A plataforma está em constante evolução e é aberta (livre), estamos sempre buscando parceiros para aprimorar o sistema, não somente fornecendo informações sobre os locais que já realizam experiências em Agroecologia, mas também com sugestões e dicas de como aprimorar a plataforma em si.

Conheça a Plataforma em funcionamento em https://mapadaagroecologia.org/, crie seu usuário e adicione seu Local e suas Experiências / SAFs para que possamos aprimorar as redes de colaboração em Agroecologia.

Através do código-fonte é possível customizar a plataforma e implantá-la em qualquer iniciativa que deseje mapear experiências de agroecologia no Brasil.

O Código-fonte esta disponível em https://gitlab.com/ITBio3/agroecologia


Tags: mapa da agroecologia, software livre, agroecologia


Yawalapiti – Entre Tempos. Exposição aberta de 19.04 a 20.05. Feira de arte a partir de 20.04.

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri (Mapa da Agroecologia). Criado em 10/04/2018 12:02 e última atualização 12/04/2018 16:30.

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Você conhece a beleza da arte indígena? Durante o nosso evento haverá a venda de objetos de arte na área externa do Museu. Não perca a oportunidade de conhecer, adquirir e conversar com os autores e autoras sobre seus belos trabalhos e suas referências.

Yawalapiti – Entre Tempos. Exposição aberta de 19.04 a 20.05. Feira de arte a partir de 20.04.

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Fonte: https://www.facebook.com/yawalapiti.entre.tempos/

Acesso: 10/04/2018


Projeto Yawalapiti - Entre Tempos! [divulgação]

Enviado por Eduardo Fernandes Formighieri (Mapa da Agroecologia). Criado em 10/04/2018 12:01 e última atualização 10/04/2018 12:01.

Como parte da missão do Instituto Oca do Sol e com grande alegria, estaremos recebendo e hospedando os indígenas Yawalapiti do Xingu na Oca do Sol para o Projeto Yawalapiti - Entre Tempos! 

O Entre Tempos, que acontecerá no Museu da República do dia 20 de abril até o dia 20 de maio, conta com exposição fotográfica vivencial, realizado pelo fotógrafo Olivier Boëls e Nísia Ribeiro Sacco da Milarepa Produções Culturais, que também são moradores aqui da Serrinha do Paranoá, Lago Norte - Brasíla/ DF, onde o Instituto está localizado e realiza diversos projetos socioambientais locais. 

Este não é um projeto feito sobre eles, mas com eles: os integrantes da comunidade Yawalapiti se encarregam de legendas, textos explicativos para as fotos, recepção e mediação com os visitantes ao Museu da República, onde estará exposta essa obra de arte-cultural-vivencial.

A programação também contará com projeções mapeadas, pintura corporal, visita guiada pela comunidade indígena, bate papo com os caciques e o fotógrafo, intérprete em libras e venda de artesanato.

Aproveite a oportunidade dessa experiência fantástica onde o Museu da República e a Oca do Sol se tornarão uma verdadeira aldeia, onde os Xinguanos compartilharão a riqueza de sua sabedoria ancestral!

Saiba mais sobre o projeto:
https://www.facebook.com/yawalapiti.entre.tempos/
https://www.facebook.com/events/2035690290046128/?ti=cl

Conheça o Instituto Oca do Sol:
https://www.facebook.com/OcaDoSol/
www.institutoocadosol.org

Fonte: divulgação em grupo de whatsapp


Blog é mais uma Nova Funcionalidade do Mapa da Agroecologia

Enviado por Marcelo Soares Souza (Mapa da Agroecologia). Criado em 10/04/2018 04:24 e última atualização 10/04/2018 04:24.

O Mapa da Agroecologia agora permite que cada local possua um Blog contendo Textos relacionados ao Local